A explicação de Boschilia para o susto diante do América-COL

Com 3 a 1 na primeira etapa, vitória parecia se encaminhar de forma tranquila

O meia do Internacional, Gabriel Boschilia, explicou nessa quinta-feira (17) no programa Seleção, do canal fechado SporTV, a diferença de atuação do primeiro para o segundo tempo na vitória sobre o América-COL.

A primeira etapa teve um Inter arrasador, com gol aos 18 segundos de jogo e com 20 minutos já estava 2 a 0. Os primeiros 45 minutos terminaram em 3 a 1. Porém, na segunda metade da partida, os colombianos chegaram ao empate e o gol do próprio Boschilia salvou os três pontos.

“A gente fez gol rápido então parece que o jogo estava fácil, mas estava difícil, Libertadores é isso. Uma piscada de olhos pode acontecer o que aconteceu. Tomamos o primeiro gol, tentamos jogar, quando sofremos o segundo, aí o jogo ficou complicado. Contra-ataques, ataques de um lado e de outro, ficou perigoso”, disse, antes de complementar:

“Saiu aquele gol no final para a gente sair com a vitória, mas são erros que temos de corrigir para não se repetir. Estava 2 a 0, poderíamos ter um jogo com mais tranquilidade”.

Boschilia comemora gol no Inter (Foto: Ricardo Duarte/SCI)




O meia do Inter foi questionado sobre a produtividade coletiva do time e que não haveria um destaque individual. O canhoto diz que esta é a prioridade do técnico Eduardo Coudet, jogar coletivamente.

“A gente não se sente incomodado não, nós jogamos no coletivo. É isso que o professor pede, quanto mais falarem que jogamos no coletivo, mais estamos certos. Claro que nós lá da frente temos vontade de arriscar como eu arrisquei, tentar algo individual, mas o que ele pede é sempre o coletivo.”

Sobre a adaptação ao clube. “Quando eu cheguei aqui, nos primeiros jogos eu já pude marcar gol. Só com o tempo a gente vai se adaptando e vendo o que o professor pede. Cada vez estamos conseguindo produzir mais e aos poucos vamos conseguindo ir se destacando, como o Galhardo, o Paolo que vinha fazendo gols. A gente ali na frente, os zagueiros também. Até quem tá no banco consegue entrar e dar conta do recado.”

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