O modelo de negócio que o Inter adotou para os jovens

Clube do Povo aos poucos diminui a folha salarial com atletas sem protagonismo

O Internacional aos poucos muda o jeito de negociar os jogadores jovens que estão atrás na fila entre os escolhidos para atuar. Ao invés de emprestá-los e pagar parte dos salários, cede em definitivo e fica com parte dos direitos econômicos. Assim, a folha salarial também reduz.

Um exemplo para este molde é o atacante Netto. O jogador de 22 anos foi transferido para o Mirassol e o Clube do Povo manteve 40% dos direitos. Caso o atleta se destaque no Interior paulista, o Colorado será ressarcido.

O jovem passou 2019 e 2020 praticamente só em treinamentos no Internacional, sem oportunidades. Com Coudet, participou de apenas oito minutos, na vitória sobre o São Luiz, pelo Campeonato Gaúcho. Agora fora do Beira-Rio, o Inter torce para que o jogador se dê bem para que possa embolsar algum dinheiro.

Com o zagueiro e volante Volnei o modelo de negócio foi repetido. O jovem foi uma espécie de 12º jogador na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2020, campanha esta que o Inter foi campeão. O jovem foi cedido ao Estoril, de Portugal, com o Colorado ficando com um percentual dos direitos.

Veja lances de Netto e Volnei:

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